Janeiro 28, 2007 at 3:31 pm | In Uncategorized | Leave a Comment
Então são seis da manhã. I’ve just got home. Sinto uma certa necessidade de escrever, God knows why, talvez por que eu me sinta a cheap whore no momento e não tenho idéia do que escrever, só tenho a necessidade. Textos escritos alcoolizada eu tenho alguns. Mas este eu vou postar, again, God, knows why. A lapiseira vai fazendo um barulhinho bom conforme risca o papel e eu esqueci completamente como escrever em linhas.
Eu sempre faço umas resoluções imbecis nestes momentos ao invés de me comportar como uma adulta. Mas agora urge o sono. Mas pelo menos urge também a vontade de ser algo diferente. Algo mais completo, que agrade mais a mim e à família. E eu não sei como acabar o texto. Acho que nem devia ter começado, I guess.
Mneme
Janeiro 28, 2007 at 3:18 pm | In Uncategorized | Leave a Comment” (…)
eu sei
que o tempo vai indo embora
que esta é a última vez
que amo assim
(…) “
The Whore’s Hustle and the Hustler’s Whore
Janeiro 16, 2007 at 2:47 pm | In Uncategorized | 2 CommentsUm dia eu tenho que entender por que sou tão pisável. Que parte da minha personalidade eu tenho que eliminar para que as pessoas parem de me ofender? Será minha conduta quanto a sexualidade? Tem pessoas com uma conduta ainda mais radical que a minha que não são ofendidas. Meu fenótipo, meu nome, meu sobrenome, minha falta de dinheiro? Isso eu achava que era o motivo na escola. Desde o maternal até o final do colégio ouvi merdas sem motivo algum de um bando de néscios que sequer passou no vestibular. Aí me deu o ‘plim!’, a burra sou eu. Eu, que passei mais de uma década sem saber o porquê das ofensas. E agora, depois de acabar o colégio, entrar numa faculdade, me acho ouvindo o memso tipo de coisa, e novamente, sem saber o motivo.
Cabeça vazia…
Janeiro 14, 2007 at 11:41 pm | In Uncategorized | 1 CommentDormir sempre foi uma coisa meio complicada pra mim. Mas pelo menos ainda me dá assuntos peculiares para conversar. Há uns dois dias sonhei uma coisa que até agora não entendi direito. Se passava num dia de trabalho normal, só que as pessoas estavam perdendo pequenos pedaços do corpo, aos pouquinhos. O problema é que elas só reparavam quando já tinha perdido membros inteiros, como braços ou pernas. Só que depois de notarem isto, começaram a perder grandes pedaços de uma vez só.
Muito estranho, acho.
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